Os sapatinhos, além de aquecer, precisam ser laváveis e dar liberdade aos pequenos. Confira nossas dicas e seleção
Os pezinhos e mãozinhas dos bebês - que as mães adoram apertar e morder – têm a temperatura mais baixa do que o resto do corpo, e por isso os sapatinhos se tornam essenciais. A pediatra e neonatologista Natália Rodrigues dos Santos, de São Paulo, diz que os sapatinhos devem ser de um tecido que não dê alergia e que permitam lavagem ou higienização. “É importante ser lavável para não causar infecção, principalmente em recém-nascido”, explica a pediatra. Também é bom evitar os tecidos sintéticos, que podem causar uma dermatite de contato, embora isso possa variar de acordo com a sensibilidade do bebê. “A alergia pode ser consequência de uma predisposição da criança para o problema, mas ainda assim, há tecidos que são mais propícios a resultar nesse incômodo, e portanto, devem ser evitados”,

Termômetro do corpo: Embora pés não aquecidos não signifiquem que o bebê está incomodado, é importante mantê-los aquecidos, igualando a temperatura deles com o do resto corpinho. “O parâmetro para avaliar a temperatura corpórea é a cabecinha. Por ela, dá pra ter uma boa noção se ele está com frio ou calor”, lembra a médica.
O que fazer para eles não arrancarem Mesmo sendo necessários, os sapatinhos são constantemente arrancados pelos pequenos, principalmente ao crescer e descobrir as partes do corpo, como o pé. Como não estão acostumados, eles tentam tirar não só os sapatos, mas gorros, faixas e outras peças de roupa. O quanto esses itens incomodam também varia de criança para criança, mas, para diminuir o risco dos bebês arrancarem os sapatinhos, é importante que eles sejam leves, muito confortáveis e permitam que a criança se movimente, sem sentir-se presa. Não podem ser apertados, por exemplo, nem atrapalhar a circulação. “É importante que não diminuam a vascularização. As crianças querem liberdade de movimento”,
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